Todo mundo tem um caso de cantada mal sucedida para contar, mas nunca ouvi alguém citar uma cantada realmente boa, que tenha dado certo, do tipo casamento, casal de filhos e cachorrinho correndo no quintal…

Frases como “Eu não conheço você de algum lugar?” atualmente estão mais pra abordagem de pivete do que um cara querendo se aproximar.
Mas fale a melhor maneira de dizer que você quer dar uns beijos e quem sabe uns amassos ou, mais ainda, sair para um ambiente mais calmo (esse é outro caô; alguém ainda cai nessa?) em alguém em uma night? Afinal, ninguém vai à boate para fazer amigos, não é?
Pra quem quer paquerar, na boate as coisas são mais fáceis. Já começa pela falta de luz, o que torna as pessoas 36% menos feias e menos gordas, afinal, todos sabem que o preto emagrece e uma sombrinha favorece. Depois, é um ambiente em que todos estão consumindo bebidas, o que já torna as pessoas 50% mais interessantes. Aquele baixinho já é quase do seu tamanho sem salto, aquele magrelo já está ficando mais fortinho e o careca, coitado, já tá criando cabelo. Na boate ninguém é pobre, ninguém é mal humorado, só reina o velho clichê do “clima de paquera e azaração”. Fora a música ruim que geralmente está tocando, beber, falar mal dos outros e olhar os carinhas é o que resta.
A essa hora a pista está cheia de meninas fáceis e loucas para saírem dali acompanhadas. Atentem para o comportamento de quem está disponível: saber as letras daquele bate estaca de um refrão só, cantando de olhos fechados e com emoção aquela música que toca na sua academia na hora da esteira, bracinhos para o alto a cada música nova e idas ao banheiro constantes com amigas, hum, é o alvo! Pratique aquela dancinha do vento – finja que está ventando 2 segundos para o lado direito e 2 segundos para o lado esquerdo – e vá chegando perto dela. Encare, solte aquele olhar 43 que ainda existe no seu LP do RPM e deixe ela perceber que você está interessado no material . Se ela perceber e mesmo assim for ao banheiro com as amigas, parta para outro alvo. Afinal, ela ainda não é o chinelo velho para o seu pé cansado. Se não, vamos à segunda fase!
Não, não comece com “te conheço de algum lugar”. E não seja tão igual de ficar perguntando nome. Faça um cross mídia (como é bom ser nerd) e se insira no mundo dela. Se os bracinhos estão no alto, diga à ela o quanto essa música é legal, o quanto o drink está bom ou a cerveja gelada… assim as coisas começam a fluir… Melhor do que aquela abordagem corta-tesão de “quantos anos você tem?” ou “você vem sempre aqui?”
Com todos os elementos favoráveis que citei acima, se algum homem ainda te abordar com uma cantada tosca, dê-lhe um fora com razão – e o endereço do blog com o link do post.
Beijomeliga!
Só faltou uma coisa, Tati… não peguem pelo braço!!!!! que terror
[...] de falar de moda, né? Você já sabe o que usar por cima e por baixo. Agora é correr para o meu primeiro post, onde falo de paquera na night, e colocar as dicas em prática! Agora que você está bem vestido, [...]
Po, namoral, aqui na nossa cidade sempre rola isso e as mulheres sempre respondem não, por isso fazem por merecer o VTN da réplica.
PS: Não sei mais como chegar em mulher … 12 anos …. ainda bem q nao preciso.
Vcs acordam cedo pra cacete, hein? Comentários 6:30 e 6:40 !!!!
bons tempos né? tempos em que o homem batia com um tacape na cabeça da mulher e ela era dele…
Seja Bem-vinda, Tati.
A parte que eu mais gostei foi a sobre “meninas fáceis e loucas”…
Não sei onde fica este lugar, mas estou pensando em comemorar meu aniversário lá.