Quando começou a onda do funk, eu tinha uns 13, 14 anos e era uma época inocente, coisa de You Can Dance e Latino que, no máximo faziam umas dancinhas sexys. Depois vieram letras de duplo sentido do tipo “Ai, doutor que dor, ai médicU que dor”. Beleza, trocadilhos são aceitáveis desde que meus avós cantavam “Tico mia no quarto, tico mia no fogão”.
O problema é que junto com esses funks baixaria vieram dancinhas que, digamos, complementavam a letra. Tati Quebra Barraco e Mr Catra foram precursores desse movimento, digamos, mais pornográfico.
Aqui você pode ver um pouco do que falo; Mr Catra e sua dançarina, moça de família Mulher Filé, fazem a coreografia – muito bem ensaiada – do cartão de crédito na poupança (sic). - busca no Youtube
A gente vê isso, fica horrorizado e acha que não vai ver nada mais surreal. E eis que vê: a Surra de Bunda!
Não não, não vou explicar muito, faço questão que vejam:
Aí você para e pensa: será que nessa vida você ainda vai conseguir ver algo mais SURREAL do que isso?
E se você tem filha mulher, pare e pense duas vezes: ela pode fazer isso com qualquer mané do colégio. E sem ganhar nada com isso.
bjsmeliga
tati
testeando e depois apaga!!
Bom mesmo era a época do : “equipe live diz que a briga tem que acabar, o baile foi feito pra curtir e pra dançar”, velhos tempos do passat
hahahaha
Tati, posso cantar pra você!? “Me leeeeva, me leva queu te quero me leeeva. Me leva que o futuro nos espeeeera… você é tudo queu sempre quiiiiis…”